segunda-feira, 12 de novembro de 2018

8 Passos n o CAMINHO DA PROSPERIDADE...


8 Passos n o CAMINHO DA PROSPERIDADE...
(segundo Bert Hellinger)

*1) Coloque-se em paz com seus Pais (de hoje e do passado).*
Agradeça e aceite sua Mãe e seu Pai como eles são e não como você gostaria que eles fossem ou tivessem sido. A mãe é quem nos deu o primeiro sustento, por isso ela está ligada ao movimento de ir para a vida, à prosperidade e ao dinheiro. O pai, na visão sistêmica, representa nossa carreira e profissão. Se você está vivo nesse mundo, trabalhando, constituindo família, aprendendo e impactando na vida de outras pessoas é porque seus pais foram perfeitos como pais do ponto de vista da existência humana e da vida. E se você os toma sem reivindicações, o dinheiro flui e você se sente adaptado e realizado na vida.

*2) Busque o equilíbrio de troca.*
O dinheiro é uma energia de agradecimento. Você dá algo a alguém – um serviço, um produto ou um conhecimento – e esse alguém retribui com certa quantia de dinheiro. Esta relação precisa ter um equilíbrio, ser justa para ambas as partes. Meu produto ou serviço não pode ser mais caro nem mais barato do que o benefício que ele proporciona.

MESTRIA SINAIS DE PODEROSA FALHA NO PADRÃO DA ERRATICIDADE


MESTRIA
SINAIS DE PODEROSA FALHA NO PADRÃO DA ERRATICIDADE
Mensagem de •AarayA através de Dinnho Beduzupo
31 de julho de 2018
Amadas Almas, Saudações!

Como já tivemos oportunidade de contribuir anteriormente aqui entre os amigos queridos, tudo flui da melhor forma possível rumo à renovado ambiente para sua coexistência em Transição. O autoconhecimento ainda não é a prioridade da busca da absoluta maioria de vocês, é verdade, mas ainda assim alguns efeitos dessa leve rebeldia conseguimos administrar com maior facilidade através de outras práticas. E tudo isso nos deixa animados à prosseguir sempre, saibam!

A QUEM SUAS DISTRAÇÕES BENEFICIAM

A QUEM SUAS DISTRAÇÕES BENEFICIAM
Mensagem de •AarayA através de Dinnho Beduzupo
12 de novembro de 2018

Saudações, Amadas Almas!


Hoje falaremos sobre a que interesses servem algumas das ações do terrano invigilante sobre o solo de Gaia. E quando falamos "distrações", referi-mo-nos aos enfoques equivocados que vez por outra vocês dão-se ao desfrute de seguir, e não meramente daqueles breves instantes de lazer e repouso após longas exposições à tarefas exaustivas.

Vale ressaltar que ninguém perde mais com atitudes irrefletidas, ou não devidamente claras, do que o próprio Buscador despreparado. Assim sendo é sempre positivo que toda ação mecânica possua releitura pontual para que eventuais erros possam ser identificados o quanto antes e devidamente reparados, encerrando seu ciclo vicioso. E isso permeia o que se ouve, o que se lê, o que se vê e torna-se quase imediatamente repassado adiante frequentemente sem qualquer comprometimento do mínimo crivo da lógica mais elementar, sobretudo em dias de redes de aparelhos conectados à internet.

Para os sombrios é válido que se abra espaço para lhes oferecer possibilidades de relacionamentos românticos entre Homens e extraterrestres, por exemplo, afinal de contas isso lhes tira o foco de suas missões - evoluir moralmente e, por consequência, espiritualmente. E com essa mesma intenção sondam-lhes interesse em passear pelo espaço de discos voadores, realizar curas milagrosas e até pesquisar o mercado imobiliário para negociar um pedaço de seus quintais para a instalação de bases vindas do espaço. Vale tudo para que seus sentidos e fértil imaginação sejam plenamente condicionados de acordo com o interesse dos opositores, e tudo isso poderia ser evitado se houvesse interesse legítimo na prática da exposição dos assuntos à reflexão madura e ancorada no bom senso.

PROCRASTINAÇÃO AS AMARRAS DE UM EU SOU NEGLIGENCIADAS POR BUSCADORES INVIGILANTES

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PROCRASTINAÇÃO
AS AMARRAS DE UM EU SOU NEGLIGENCIADAS POR BUSCADORES INVIGILANTES
Mensagem de •AarayA através de Dinnho Beduzupo
02 de agosto de 2018
Amadas Almas, Saudações!

Hábitos podem ser mudados, tenham isso explicitamente claro em suas mentes, amigos. E o hábito de deixar certos assuntos para depois, é apenas mais um deles. Está no cardápio de suas possibilidades na cartilha do livre arbítrio, é verdade, mas nem tudo o que é permitido é necessariamente o ideal - e isso merece ser lembrado constantemente, sobretudo no que tange à crenças sabotadoras.

E não pensem que estamos nos referindo apenas ao outro. Entre os auto-proclamados 'despertos' existe um segmento inteiro de terranos que apesar de não se reconhecerem envolvidos intimamente com a procrastinação, entregam-se ao seu deleite viciante e castrador. Não buscam o autoconhecimento, não se esmeram em espiritualizar-se com engajamento, não fazem a revisão dos hábitos que lhes sabotam suas ações e Entendimentos, não se prestam à absolutamente nada daquilo que, em público, dizem defender - mas são mestres em pré-julgar o que o outro fez, o que o outro deixou de fazer, o que o outro sente e pensa. A própria vida estaciona, mas sua atenção só existe para avaliar o que está fora daquilo que em tese são suas prioridades mais elevadas.

sábado, 10 de novembro de 2018

SE FAZER DE VÍTIMA: ENTENDENDO A PSICOLOGIA DO VITIMIZADO


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SE FAZER DE VÍTIMA:
ENTENDENDO A PSICOLOGIA DO VITIMIZADO
Mensagem de Juan O'Keeffe
06 de novembro de 2018

Coisas que não gostamos acontecem a todo momento na nossa vida.

Você fica sem emprego. Vai mal nos negócios. Se desentende com alguém. Perde uma oportunidade. Seu plano dá errado.

Nessas horas muitas vezes acontece de adotarmos o comportamento de vítima.

O ato de se fazer de vítima acontece quando nos sentimos prejudicados por um acontecimento que não causamos. Então encontramos algo ou alguém para culpar e responsabilizar pelo nosso infortúnio.

Vejamos alguns desses exemplos.

Considere que você esteja sem emprego. Então culpa o governo e a economia por não oferecerem oportunidades.

Digamos que você seja um empresário e os negócios não estejam indo bem. Então culpa o desempenho de funcionários e o atraso de fornecedores.

Você não passa numa prova de concurso e culpa o cursinho preparatório que não ensinou temas que caíram na prova.

Você se desentende com alguém e culpa essa pessoa por sempre ignorar o seu ponto de vista.

Em todas essas situações você está agindo como uma vítima. Vítima do governo, da economia, dos funcionários, do cursinho, da pessoa com quem se desentendeu.

Na sua cabeça eles são os vilões que prejudicaram você e você é a vítima da situação.

Gente que se faz de vítima tem o costume de ficar se lamentando e valorizando como os outros agiram errado com ela.

Tem a necessidade de falar para todos como as coisas estão e quem são os culpados de tudo isso. É uma busca por validação externa. Quer que os outros concordem que ela foi uma vítima da situação e sintam pena dela.

Quem se faz de vítima tem uma necessidade de se sentir vitimizada e injustiçada e fica remoendo em cima dessa situação. Tanto na conversa com outros como nos seus próprios pensamentos.

Qual o problema de agir como vítima?

O problema de agir com mentalidade de vítima é que esse comportamento nos tira o controle da situação e entrega-o para o outro.

Deixe-me explicar o que quero dizer com isso.

Ao culpar algo ou alguém pelas atuais circunstâncias da sua vida basicamente o que você está dizendo é que essa entidade externa é quem determina a sua realidade. Ou seja, é ela que tem o controle sobre a sua vida.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O corpo de dor

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O corpo de dor
No caso da maioria das pessoas, quase todos os pensamentos costumam ser involuntários, automáticos e repetitivos. Não são mais do que uma espécie de estática mental e não satisfazem nenhum propósito verdadeiro. Num sentido estrito, não pensamos – o pensamento acontece em nós.

“Eu penso” é uma afirmação simplesmente tão falsa quanto “eu faço a digestão” ou “eu faço meu sangue circular”. A digestão acontece, a circulação acontece, o pensamento acontece.

A voz na nossa cabeça tem vida própria. A maioria de nós está à mercê dela; as pessoas vivem possuídas pelo pensamento, pela mente. E, uma vez que a mente é condicionada pelo passado, então somos forçados a reinterpretá-lo sem parar. O termo oriental para isso é karma.

O ego não é apenas a mente não observada, a voz na cabeça que finge ser nós, mas também as emoções não observadas que constituem as reações do corpo ao que essa voz diz.

A voz na cabeça conta ao corpo uma história em que ele acredita e à qual reage. Essas reações são as emoções.

A voz do ego perturba continuamente o estado natural de bem-estar do ser. Quase todo corpo humano se encontra sob grande tensão e estresse, mas não porque esteja sendo ameaçado por algum fator externo – a ameaça vem da mente.

O que é uma emoção negativa? É aquela que é tóxica para o corpo e interfere no seu equilíbrio e funcionamento harmonioso.

Medo, ansiedade, raiva, ressentimento, tristeza, rancor ou desgosto intenso, ciúme, inveja – tudo isso perturba o fluxo da energia pelo corpo, afeta o coração, o sistema imunológico, a digestão, a produção de hormônios, e assim por diante. Até mesmo a medicina tradicional, que ainda sabe muito pouco sobre como o ego funciona, está começando a reconhecer a ligação entre os estados emocionais negativos e as doenças físicas. Uma emoção que prejudica nosso corpo também contamina as pessoas com quem temos contato e, indiretamente, por um processo de reação em cadeia, um incontável número de indivíduos com quem nunca nos encontramos. Existe um termo genérico para todas as emoções negativas: infelicidade.

Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que chamamos de “corpo de dor”.

O “corpo de dor” não consegue digerir um pensamento feliz. Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de energia.

Não é que sejamos incapazes de deter o turbilhão de pensamentos negativos – o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso. Isso acontece porque, nesse ponto, o “corpo de dor” está vivendo por nosso intermédio, fingindo ser nós. E, para ele, a dor é prazer. Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos.

Nos relacionamentos íntimos, os “corpos de dor” costumam ser espertos o bastante para permanecer discretos até que as duas pessoas comecem a viver juntas e, de preferência, assinem um contrato comprometendo-se a ficar unidas pelo resto da vida.

Nós não nos casamos apenas com uma mulher ou com um homem, também nos casamos com o “corpo de dor” dessa pessoa.

Pode ser um verdadeiro choque quando – talvez não muito tempo depois de começarmos a viver sob o mesmo teto ou após a lua-de-mel – vemos que nosso parceiro ou nossa parceira está exibindo uma personalidade totalmente diferente. Sua voz se torna mais áspera ou aguda quando nos acusa, nos culpa ou grita conosco, em geral por uma questão de menor importância.

A essa altura, podemos nos perguntar se essa é a verdadeira face daquela pessoa – a que nunca tínhamos visto antes – e se cometemos um grande erro quando a escolhemos como companheiro(a). Na realidade, essa não é sua face genuína, apenas o “corpo de dor” que assumiu temporariamente o controle.

Seria difícil encontrar um parceiro ou uma parceira que não carregasse um “corpo de dor”, no entanto seria sensato escolher alguém que não tivesse um “corpo de dor” tão denso. O começo da nossa libertação do “corpo de dor” está primeiramente na compreensão de que o temos.

É nossa presença consciente que rompe a identificação com o “corpo de dor”. Quando não nos identificamos mais com ele, o “corpo de dor” torna-se incapaz de controlar nossos pensamentos e, assim, não consegue se renovar, pois deixa de se alimentar deles. Na maioria dos casos, ele não se dissipa imediatamente.

No entanto, assim que desfazemos sua ligação com nosso pensamento, ele começa a perder energia.

A energia que estava presa no “corpo de dor” muda sua freqüência vibracional e é convertida em “presença”.


(por Eckhart Tolle)