segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A QUEM SUAS DISTRAÇÕES BENEFICIAM

A QUEM SUAS DISTRAÇÕES BENEFICIAM
Mensagem de •AarayA através de Dinnho Beduzupo
12 de novembro de 2018

Saudações, Amadas Almas!


Hoje falaremos sobre a que interesses servem algumas das ações do terrano invigilante sobre o solo de Gaia. E quando falamos "distrações", referi-mo-nos aos enfoques equivocados que vez por outra vocês dão-se ao desfrute de seguir, e não meramente daqueles breves instantes de lazer e repouso após longas exposições à tarefas exaustivas.

Vale ressaltar que ninguém perde mais com atitudes irrefletidas, ou não devidamente claras, do que o próprio Buscador despreparado. Assim sendo é sempre positivo que toda ação mecânica possua releitura pontual para que eventuais erros possam ser identificados o quanto antes e devidamente reparados, encerrando seu ciclo vicioso. E isso permeia o que se ouve, o que se lê, o que se vê e torna-se quase imediatamente repassado adiante frequentemente sem qualquer comprometimento do mínimo crivo da lógica mais elementar, sobretudo em dias de redes de aparelhos conectados à internet.

Para os sombrios é válido que se abra espaço para lhes oferecer possibilidades de relacionamentos românticos entre Homens e extraterrestres, por exemplo, afinal de contas isso lhes tira o foco de suas missões - evoluir moralmente e, por consequência, espiritualmente. E com essa mesma intenção sondam-lhes interesse em passear pelo espaço de discos voadores, realizar curas milagrosas e até pesquisar o mercado imobiliário para negociar um pedaço de seus quintais para a instalação de bases vindas do espaço. Vale tudo para que seus sentidos e fértil imaginação sejam plenamente condicionados de acordo com o interesse dos opositores, e tudo isso poderia ser evitado se houvesse interesse legítimo na prática da exposição dos assuntos à reflexão madura e ancorada no bom senso.

PROCRASTINAÇÃO AS AMARRAS DE UM EU SOU NEGLIGENCIADAS POR BUSCADORES INVIGILANTES

Resultado de imagem para PROCRASTINAÇÃO
PROCRASTINAÇÃO
AS AMARRAS DE UM EU SOU NEGLIGENCIADAS POR BUSCADORES INVIGILANTES
Mensagem de •AarayA através de Dinnho Beduzupo
02 de agosto de 2018
Amadas Almas, Saudações!

Hábitos podem ser mudados, tenham isso explicitamente claro em suas mentes, amigos. E o hábito de deixar certos assuntos para depois, é apenas mais um deles. Está no cardápio de suas possibilidades na cartilha do livre arbítrio, é verdade, mas nem tudo o que é permitido é necessariamente o ideal - e isso merece ser lembrado constantemente, sobretudo no que tange à crenças sabotadoras.

E não pensem que estamos nos referindo apenas ao outro. Entre os auto-proclamados 'despertos' existe um segmento inteiro de terranos que apesar de não se reconhecerem envolvidos intimamente com a procrastinação, entregam-se ao seu deleite viciante e castrador. Não buscam o autoconhecimento, não se esmeram em espiritualizar-se com engajamento, não fazem a revisão dos hábitos que lhes sabotam suas ações e Entendimentos, não se prestam à absolutamente nada daquilo que, em público, dizem defender - mas são mestres em pré-julgar o que o outro fez, o que o outro deixou de fazer, o que o outro sente e pensa. A própria vida estaciona, mas sua atenção só existe para avaliar o que está fora daquilo que em tese são suas prioridades mais elevadas.

sábado, 10 de novembro de 2018

SE FAZER DE VÍTIMA: ENTENDENDO A PSICOLOGIA DO VITIMIZADO


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas
SE FAZER DE VÍTIMA:
ENTENDENDO A PSICOLOGIA DO VITIMIZADO
Mensagem de Juan O'Keeffe
06 de novembro de 2018

Coisas que não gostamos acontecem a todo momento na nossa vida.

Você fica sem emprego. Vai mal nos negócios. Se desentende com alguém. Perde uma oportunidade. Seu plano dá errado.

Nessas horas muitas vezes acontece de adotarmos o comportamento de vítima.

O ato de se fazer de vítima acontece quando nos sentimos prejudicados por um acontecimento que não causamos. Então encontramos algo ou alguém para culpar e responsabilizar pelo nosso infortúnio.

Vejamos alguns desses exemplos.

Considere que você esteja sem emprego. Então culpa o governo e a economia por não oferecerem oportunidades.

Digamos que você seja um empresário e os negócios não estejam indo bem. Então culpa o desempenho de funcionários e o atraso de fornecedores.

Você não passa numa prova de concurso e culpa o cursinho preparatório que não ensinou temas que caíram na prova.

Você se desentende com alguém e culpa essa pessoa por sempre ignorar o seu ponto de vista.

Em todas essas situações você está agindo como uma vítima. Vítima do governo, da economia, dos funcionários, do cursinho, da pessoa com quem se desentendeu.

Na sua cabeça eles são os vilões que prejudicaram você e você é a vítima da situação.

Gente que se faz de vítima tem o costume de ficar se lamentando e valorizando como os outros agiram errado com ela.

Tem a necessidade de falar para todos como as coisas estão e quem são os culpados de tudo isso. É uma busca por validação externa. Quer que os outros concordem que ela foi uma vítima da situação e sintam pena dela.

Quem se faz de vítima tem uma necessidade de se sentir vitimizada e injustiçada e fica remoendo em cima dessa situação. Tanto na conversa com outros como nos seus próprios pensamentos.

Qual o problema de agir como vítima?

O problema de agir com mentalidade de vítima é que esse comportamento nos tira o controle da situação e entrega-o para o outro.

Deixe-me explicar o que quero dizer com isso.

Ao culpar algo ou alguém pelas atuais circunstâncias da sua vida basicamente o que você está dizendo é que essa entidade externa é quem determina a sua realidade. Ou seja, é ela que tem o controle sobre a sua vida.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O corpo de dor

Resultado de imagem para corpo de dor
O corpo de dor
No caso da maioria das pessoas, quase todos os pensamentos costumam ser involuntários, automáticos e repetitivos. Não são mais do que uma espécie de estática mental e não satisfazem nenhum propósito verdadeiro. Num sentido estrito, não pensamos – o pensamento acontece em nós.

“Eu penso” é uma afirmação simplesmente tão falsa quanto “eu faço a digestão” ou “eu faço meu sangue circular”. A digestão acontece, a circulação acontece, o pensamento acontece.

A voz na nossa cabeça tem vida própria. A maioria de nós está à mercê dela; as pessoas vivem possuídas pelo pensamento, pela mente. E, uma vez que a mente é condicionada pelo passado, então somos forçados a reinterpretá-lo sem parar. O termo oriental para isso é karma.

O ego não é apenas a mente não observada, a voz na cabeça que finge ser nós, mas também as emoções não observadas que constituem as reações do corpo ao que essa voz diz.

A voz na cabeça conta ao corpo uma história em que ele acredita e à qual reage. Essas reações são as emoções.

A voz do ego perturba continuamente o estado natural de bem-estar do ser. Quase todo corpo humano se encontra sob grande tensão e estresse, mas não porque esteja sendo ameaçado por algum fator externo – a ameaça vem da mente.

O que é uma emoção negativa? É aquela que é tóxica para o corpo e interfere no seu equilíbrio e funcionamento harmonioso.

Medo, ansiedade, raiva, ressentimento, tristeza, rancor ou desgosto intenso, ciúme, inveja – tudo isso perturba o fluxo da energia pelo corpo, afeta o coração, o sistema imunológico, a digestão, a produção de hormônios, e assim por diante. Até mesmo a medicina tradicional, que ainda sabe muito pouco sobre como o ego funciona, está começando a reconhecer a ligação entre os estados emocionais negativos e as doenças físicas. Uma emoção que prejudica nosso corpo também contamina as pessoas com quem temos contato e, indiretamente, por um processo de reação em cadeia, um incontável número de indivíduos com quem nunca nos encontramos. Existe um termo genérico para todas as emoções negativas: infelicidade.

Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que chamamos de “corpo de dor”.

O “corpo de dor” não consegue digerir um pensamento feliz. Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de energia.

Não é que sejamos incapazes de deter o turbilhão de pensamentos negativos – o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso. Isso acontece porque, nesse ponto, o “corpo de dor” está vivendo por nosso intermédio, fingindo ser nós. E, para ele, a dor é prazer. Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos.

Nos relacionamentos íntimos, os “corpos de dor” costumam ser espertos o bastante para permanecer discretos até que as duas pessoas comecem a viver juntas e, de preferência, assinem um contrato comprometendo-se a ficar unidas pelo resto da vida.

Nós não nos casamos apenas com uma mulher ou com um homem, também nos casamos com o “corpo de dor” dessa pessoa.

Pode ser um verdadeiro choque quando – talvez não muito tempo depois de começarmos a viver sob o mesmo teto ou após a lua-de-mel – vemos que nosso parceiro ou nossa parceira está exibindo uma personalidade totalmente diferente. Sua voz se torna mais áspera ou aguda quando nos acusa, nos culpa ou grita conosco, em geral por uma questão de menor importância.

A essa altura, podemos nos perguntar se essa é a verdadeira face daquela pessoa – a que nunca tínhamos visto antes – e se cometemos um grande erro quando a escolhemos como companheiro(a). Na realidade, essa não é sua face genuína, apenas o “corpo de dor” que assumiu temporariamente o controle.

Seria difícil encontrar um parceiro ou uma parceira que não carregasse um “corpo de dor”, no entanto seria sensato escolher alguém que não tivesse um “corpo de dor” tão denso. O começo da nossa libertação do “corpo de dor” está primeiramente na compreensão de que o temos.

É nossa presença consciente que rompe a identificação com o “corpo de dor”. Quando não nos identificamos mais com ele, o “corpo de dor” torna-se incapaz de controlar nossos pensamentos e, assim, não consegue se renovar, pois deixa de se alimentar deles. Na maioria dos casos, ele não se dissipa imediatamente.

No entanto, assim que desfazemos sua ligação com nosso pensamento, ele começa a perder energia.

A energia que estava presa no “corpo de dor” muda sua freqüência vibracional e é convertida em “presença”.


(por Eckhart Tolle)

Vergonha

Resultado de imagem para vergonha

Vergonha
Para algumas pessoas, a vergonha é tão forte que vira até um monstro, um obstáculo para atingir a felicidade. Geralmente, ela aparece quando você é solicitada para alguma coisa e começa a ter medo do próprio desempenho. Medo de fazer feio, de dar um fora e ser objeto de gozação. Enfim, medo do ridículo.

O que muita gente não sabe é que a envergonhada tem a pretensão de ser a certinha. Ela sempre quer agir de uma forma padrão, aquela que ninguém contesta. Ou seja, é a nossa maldita vontade de ser a perfeitinha entrando em cena.

Vergonha é a doença de gente pretensiosa. Aquela pessoa que pretende ser o que não é que quer ter certa qualidade só para impressionar e ter a aprovação e o respeito de todos. Sabe o que isso significa? Que ela está dando muito poder a terceiros.

Assuma a pessoa que você é. Respeite-se. Coloque-se em primeiro plano. Quando a gente tem receio de dar um fora é sinal de que estamos nos vendo como uma porcaria, e isso não é verdade. Quem quer causar boa impressão nos outros geralmente se dá mal. Quando está preocupada com seu desempenho, você se engasga, se atropela, se constrange e acaba produzindo o pior.
Por outro lado, quando se despreocupa da sua imagem, você se sente confortável, espontânea e criativa. E algumas qualidades da sua essência vêm à tona, como o bom humor, a esperteza, as boas ideias, as tiradas engraçadas e inteligentes. É como aquela pessoa simpática, interessante e apreciada por todos.

Quando você tem a ilusão de que agradando aos outros vai conquistar alguma coisa, na verdade está se negando. E a vida lhe trata como você se trata. Se quer realmente acabar com a vergonha, comprometa-se com a sua verdade. Não dê poder aos outros, não se diminua, aprenda a dizer “não” sem receios. No início é difícil, mas depois vai perceber como as pessoas vão passar a admirar você. Todo mundo admira aqueles que têm coragem de ser o que são. Assuma o seu poder e a sua verdade e conquistará respeito e também dignidade.

Sucesso


Resultado de imagem para sucesso
Sucesso
Afinal, o que significa “fracasso”? Talvez que algo não saiu da forma que queria ou esperava? A lei da experiência é sempre perfeita. O que pensamos, criamos com perfeição. Você deve ter saltado uma etapa ou tem uma crença interior que lhe disse que você não merecia o sucesso ou o faz se sentir indigno dele.

O mesmo acontece quando trabalhamos no computador. Se algo sai errado, a culpa é só nossa. Fizemos ou não alguma coisa que consta das leis do computador. O erro apenas significa que temos mais a aprender.

Existe grande verdade no velho conselho que diz: “Se você não for bem-sucedido no início, tente, tente de novo” Todavia, isso não significa se maldizer e tentar da mesma forma que não deu certo, mas sim reconhecer o erro e procurar fazer de um outro jeito – até aprender o modo correto.

Creio que temos o direito natural de progredir de sucesso em sucesso, e se isso não está ocorrendo é porque não estamos afinados com nossas capacidades inatas, não acreditamos que isso seja válido para nós ou não tomamos consciência de nossos êxitos.

Quando estabelecemos modelos elevados demais para o ponto em que estamos no momento, que de forma alguma podem ser atingidos agora, sempre fracassamos.

Quando uma criança está aprendendo a andar ou falar, nós a incentivamos e elogiamos a cada pequenina melhora que consegue. Ela reage com alegria e tenta ansiosamente fazer melhor na outra vez. É assim que você se incentiva quando está aprendendo algo de novo? Ou será que torna tudo mais difícil de aprender porque se diz que é burro, desajeitado ou um “fracasso”?

Muitos atores e atrizes acham que têm de desempenhar seus papéis com perfeição desde o primeiro ensaio, esquecendo que o propósito do ensaio é o aprendizado. Ele é o período de tempo em que erros podem ser cometidos, em que se procura aprender e tentar novas maneiras. Somente com a prática podemos aprender o novo e transformá-lo numa parte natural de nós. Quando observamos um exímio profissional atuando numa determinada área, estamos olhando para inúmeras horas de treinamento.
Não faça o que muitos costumam fazer, recusar  tentar qualquer coisa nova por não saber como executá-la não querer parecerem tolos. Aprender é cometer erros até que nosso subconsciente junte as peças para formar o quadro correto.

Não importa a quanto tempo você vem se considerando um fracasso. Comece a criar um padrão “sucesso” agora. Seja qual for a área em que você atue, os princípios são os mesmos. Precisamos plantar as “sementes” do sucesso. Elas germinarão e resultarão numa colheita abundante.